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Coronavirus

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Os repórteres da Blasting News trabalham todos os dias para fornecer um guia sobre tudo o que você precisa saber sobre a COVID-19. Aqui você pode encontrar todas as atualizações sobre a evolução da pandemia no Brasil e no mundo, o impacto que a proliferação do vírus está causando e recomendações sobre como se preparar e se proteger de forma eficaz.

Para a sua segurança e bem-estar, a Blasting News publica apenas notícias cuidadosamente verificadas por canais oficiais.

O que é coronavírus?

O coronavírus (CoV) é uma grande família de vírus que pode causar doenças respiratórias que variam de resfriados comuns a infecções mais graves, como síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS) ou síndrome respiratória aguda grave (SARS).

O que é COVID-19?

COVID-19 é uma doença respiratória que pode afetar os pulmões e as vias aéreas das pessoas infectadas. A doença é causada por um vírus chamado coronavírus, que apareceu no final de 2019 na província chinesa de Wuhan (SARS-CoV-2, anteriormente conhecido como 2019-nCoV). A COVID-19 é, desde 11 de março de 2020, classificada pela Organização Mundial da Saúde como uma "pandemia".

Quais são os sinais e sintomas do coronavírus (COVID-19)?

O quadro clínico de quem está infectado com COVID-19 é parecido com o de uma gripe comum, sendo febre acima de 37,5° C, tosse e dificuldades respiratórias leves (dispneia) os sintomas iniciais mais comuns. Em casos graves, a infecção pode causar pneumonia e sérias dificuldades respiratórias, como a necessidade de intubação do paciente e respiração assistida.

Como o coronavírus (COVID-19) é transmitido?

A transmissão inicial de coronavírus ocorre entre animais e humanos (os coronavírus são de fato cientificamente definidos como "zoonóticos"). Pesquisas científicas realizadas anteriormente descobriram que o SARS-CoV, que atingiu o sudeste da Ásia entre 2002 e 2003, foi transmitido por civetas aos seres humanos, enquanto o MERS-CoV, vírus que apareceu no Oriente Médio em 2012, foi transmitido por dromedários. No caso do coronavírus chinês, o animal que iniciou a infecção parece ter sido uma espécie de morcego, mas alguns estudos também falam de um vetor intermediário, que poderia ser o pangolim chinês.

Contudo, a transmissão de coronavírus entre humanos pode ocorrer por meio de três formas:

  • Por vias respiratórias: contaminação pelo ar e por gotículas provenientes de espirros e da fala de indivíduos infectados;
  • Pelo contato físico: quando as gotículas com o vírus alcançam mucosas do olho, nariz e boca por meio de beijos e abraços;
  • Por meio do contato com superfícies contaminadas: as gotículas com o vírus podem ficar depositadas em locais como corrimãos, maçanetas e até celulares, entrando em contato com mucosas do olho, nariz e boca.

Transmissão de coronavírus (COVID-19) - o que significa "contato próximo"?

A definição de "contato próximo" fornecida pelo Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC) inclui:

  • Pessoa que vive na mesma casa com alguém que esteja comprovadamente infectado com COVID-19.
  • Pessoa que teve contato físico direto, como, por exemplo, aperto de mão ou abraço com alguém que esteja infectado com a COVID-19.
  • Uma pessoa que teve contato direto desprotegido com as secreções de um caso COVID-19. Por exemplo: tocar em lenços, celulares, teclado de computador, entre outros objetos que foram utilizados por uma pessoa infectada.
  • Pessoa que teve contato direto com um caso de COVID-19, a uma distância inferior a 2 metros e com duração superior a 15 minutos.
  • Pessoa que esteve em uma área fechada com casos de COVID-19 a uma distância inferior a 2 metros e com duração superior a 15 minutos. Exemplos de ambientes fechados podem ser: salas de aula, salas de reuniões, escritórios, salas de espera em hospitais ou clínicas municipais.
  • Profissional de saúde ou qualquer outra pessoa que presta assistência direta a um caso de COVID-19 sem fazer uso dos dispositivos médicos recomendados ou no caso de uso dos dispositivos de maneira inadequada.
  • Pessoa que viajou de avião e permaneceu sentada próxima a uma pessoa infectada com COVID-19. Acompanhantes ou tripulantes designados a atender a mesma seção em que se encontra alguém infectado com a COVID-19.

Quanto tempo dura o período de incubação do coronavírus (COVID-19)?

"Período de incubação" significa o tempo entre a captura do vírus pelo ser humano e o início dos sintomas da doença. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as estimativas do período de incubação da COVID-19 variam de 1 até 14 dias, mais comumente em torno de cinco dias. Essas estimativas serão atualizadas à medida que mais dados estiverem disponíveis.

Durante o período de incubação é possível transmitir a doença a outras pessoas. Por esse motivo, em casos suspeitos, recomenda-se o autoisolamento de pelo menos duas semanas sem contato com o externo. Esse é o tempo necessário para assegurar-se de estar ou não infectado com o vírus –e, possivelmente, realizar análises aprofundadas.

Quão perigoso é o novo coronavírus (COVID-19) e por quê?

A COVID-19 parece ser menos fatal do que os coronavírus que causaram SARS ou MERS, mas significativamente mais perigoso do que a gripe sazonal. Por se tratar de um novo vírus, é difícil avaliar com precisão a letalidade, mas sabemos que o perigo varia de caso para caso.

Contudo, enquanto o mundo ainda está aprendendo sobre como a COVID-19 pode afetar a população, os idosos e as pessoas com condições médicas pré-existentes (como pressão alta, doenças cardíacas, doenças pulmonares, câncer ou diabetes) parecem desenvolver doenças graves com mais frequência do que outros indivíduos.

Quais precauções devem ser tomadas para reduzir o risco de contágio por coronavírus (COVID-19)?

  • Lave as mãos frequentemente. Utilize água corrente e sabão; lave as mãos por pelo menos 20 segundos.
  • Lave as mãos após andar de ônibus, metrô ou frequentar algum lugar público como escolas, universidades, shoppings e parques.
  • Caso você não tenha acesso frequente a água e sabão, lembre-se de aplicar gel desinfetante nas mãos.
  • Ao tossir ou espirrar, cubra a boca e o nariz com um lenço de papel ou a manga (nunca use as mãos).
  • Descarte os lenços usados imediatamente na lixeira mais próxima e, em seguida, lave as mãos.
  • Tente evitar contato próximo com pessoas que estão doentes.

Como diferenciar gripe comum de COVID-19?

Para esclarecer as diferenças, o Ministério da Saúde elaborou um material explicando as síndromes e como os sintomas podem se manisfestar.

  • No caso da febre, por exemplo, a ocorrência dela é comum em casos de Covid-19 e de gripe, mas raramente aparecem em casos de resfriados.
  • Os espirros são comuns em resfriados, mas raros tanto durante as gripes quanto quando infectado com COVID-19.
  • O nariz entupido aparece com frequência em resfriados, por vezes durante gripes e, muito raramente, em casos de coronavírus.
  • A dor de cabeça é rara em resfriados, comum em gripes e pode surgir em infecções pelo novo coronavírus.

Contudo, vale ressaltar que é difícil diferenciar as doenças apenas analisando os sintomas, pois os sinais são muito parecidos. Para saber com certeza se está infectado ou não, é necessário fazer o teste. Se uma pessoa estiver com sintomas correspondentes à COVID-19, siga as orientações do Ministério da Saúde e procurar um posto de saúde para obter orientação médica quanto às medidas a serem tomadas.

Qual o tratamento para infecções por coronavírus?

Ainda não há tratamento antiviral específico para infecções causadas por coronavírus. No caso do coronavírus é indicado repouso e consumo de bastante água. Medidas adotadas para aliviar os sintomas, como uso de medicamento para dor e febre, também são indicadas. Outra sugestão é o uso de umidificador no quarto ou tomar banhos quentes para auxiliar no alívio da dor de garanta e a tosse seca. É fundamental procurar ajuda médica assim que os primeiros sintomas surgirem.

Todos os pacientes que receberem alta durante os primeiros 7 dias do início do quadro (qualquer sintoma independente de febre), devem ser alertados para a possibilidade de piora tardia do quadro clínico e sinais de alerta de complicações como: aparecimento de febre (podendo haver casos iniciais sem febre), elevação ou reaparecimento de febre ou sinais respiratórios, taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), dor pleurítica (dor no peito), fadiga (cansaço) e dispnéia (falta de ar).

Existe vacina contra os coronavírus?

Embora os cientistas estejam trabalhando em busca de uma solução, até o momento, nenhuma vacina está disponível.

O que uma pessoa com sintomas deve fazer?

A pessoa deve procurar o serviço de saúde próximo de sua residência, como um Pronto Atendimento, para análise inicial. Se o quadro for compatível com a definição de caso, o serviço de saúde seguirá o fluxo estabelecido pela Secretaria de Estado da Saúde.

O coronavírus pode matar?

Sim. Porém, o óbito pode ocorrer em virtude de complicações da infecção, como, insuficiências respiratórias. Dados recentes da OMS (Organização Mundial da Saúde) indicam taxa de letalidade é de 2 a 3% dos casos confirmados.

O que as pessoas que tiveram contato com pacientes suspeitos devem fazer?

Valem as dicas básicas de cuidados de prevenção e atenção em eventuais sinais ou sintomas. Caso haja algum sintoma, é fundamental procurar um serviço de saúde.

No isolamento domiciliar, quais cuidados o paciente deve ter?

O paciente deve ser mantido em casa, recebendo cuidados como hidratação e repouso. Os familiares devem tomar as precauções, como evitar compartilhamento de objetos pessoais, contatos com secreção do paciente e higienização constante das mãos e do ambiente.

O SUS está preparado para atender os casos de coronavírus?

Segundo o Ministério da Saúde, mais de 42 mil postos de saúde espalhados por todo o país estão capazes de atender 90% dos casos de coronavírus. Uma das ações de reforço na Atenção Primária é a alteração de alguns critérios para facilitar a adesão dos municípios, que estendeu o horário de atendimento dos postos de saúde.

Para mais informações, acesse o site do Ministério da Saúde.

Produtos vindos da China podem conter o vírus?

De acordo com o Ministério da Saúde, não há nenhuma evidência que produtos enviados da China para o Brasil tragam o coronavírus. O Ministério argumenta ainda que vírus não sobrevivem muito tempo fora do corpo de outros seres vivos, e o tempo de tráfego destes produtos costuma ser de muitos dias. O órgão ainda esclarece que a Anvisa tem monitorado diariamente os portos, aeroportos e fronteiras e emitido alertas sonoros de conscientização para os passageiros.

O que o governo Brasileiro está fazendo para conter a epidemia?

Por enquanto, a principal preocupação do governo é preparar o sistema de saúde do país para um provável aumento no número de casos. Dirigentes do Ministério da Saúde não descartam, porém, a adoção de medidas mais duras de isolamento social, cujo objetivo é evitar a propagação do vírus. As ações do Ministério da Saúde estão descritas em um Plano de Contingência a ser seguido pelo governo federal, e você pode encontrá-lo aqui.

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