Crimes cometidos contra crianças e adolescentes são os que mais chocam a população, ainda mais quando esses crimes são cometidos por seus progenitores, pessoas que deveriam cuidar e proteger. Um crime bárbaro ocorreu em Rivne, na Ucrânia, e chamou a atenção da mídia pela suspeita de ter sido cometido por uma mãe contra a própria filha, de apenas três semanas de vida. Outra coisa que surpreendeu a todos foi o motivo que teria levado essa mãe a cometer tal ação contra a criança: ela achava que o marido estava dando mais atenção à bebê do que a ela, e num ataque de ciúmes teria decidido matar a menina.

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De acordo com informações repassadas pela equipe policial, a mulher, que tem 21 anos, teria esperado o marido se ausentar de casa para cometer o crime, degolando a criança. O marido da mulher, que tem 26 anos, saiu da residência do casal para colocar o lixo para fora, e esse tempo foi o suficiente para a mulher cometer o crime.

Segundo a polícial, no momento em que o rapaz retornou para dentro da casa encontrou a esposa com as mãos sujas de sangue e um cenário de tragédia. Ele se deparou com a filha no chão, em uma poça de sangue, sem movimentos.

A mulher teria usado uma faca de cozinha para atingir a criança. A arma foi encontrada pela Polícia na bancada da cozinha, coberta de sangue.

A família solicitou a presença da equipe de emergência para socorrer a criança, mas nada pôde ser feito, pois a mesma já estava sem vida. A avó paterna da bebê, Maria Momot, estava chocada com o ocorrido, sem acreditar que aquela tragédia estava acontecendo em sua família.

Problemas mentais

A mulher suspeita de ter tirado a vida da filha sofre de uma doença que causa inflamação no cérebro, a meningoencefalite, que foi descoberta no mês de novembro do ano de 2018.

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Ela relatou à polícia que não se lembrava do que tinha acontecido no momento em que matou a criança e nem porque tinha tirado a vida da filha.

A doença que a mulher possui faz com que sua saúde mental seja afetada, inclusive ela chegou a ser internada em um hospital psiquiátrico e teve alta pouco tempo depois do nascimento da menina, nesse mês de março.

Após o crime, a mulher foi detida e será encaminhada a um hospital psiquiátrico. Se for constatado, após exames médicos que serão realizados, que a mesma se encontrava em um estado psicológico normal no momento em que cometeu o crime, e não sob os efeitos da enfermidade que possui, ela poderá ser acusada de homicídio premeditado e poderá ser condenada a até 15 anos de reclusão por ter assassinado a pequena menina recém-nascida.