A madrugada desta quinta-feira (3) foi tensa no Estado do Ceará, com uma série de ataques criminosos, principalmente em serviços essenciais à população, como os meios de transporte públicos. A capital, Fortaleza, e a região metropolitana enfrentam um verdadeiro clima de medo.

Dentre as ações criminosas estão a tentativa de se derrubar um viaduto na cidade de Caucaia. Além disso, vários veículos foram destruídos próximos a prédios da prefeitura da cidade de Horizonte. Muitos ônibus acabara sendo incendiados no estado cearense.

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Ajuda federal ao Ceará

O secretário nacional de Segurança Pública, general Guilherme Theophilo, fez o oferecimento de ajuda proveniente do Governo Jair Bolsonaro ao secretário de Segurança do Estado do Ceará, André Costa. Vale lembrar que o general Theophilo é subordinado ao ministro da Justiça e da Segurança Pública, ex-juiz Sergio Moro.

O ex-magistrado paranaense se destacou ao ter comandado a maior operação anticorrupção em toda a história contemporânea brasileira, a Operação Lava Jato, da Polícia Federal.

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Dentre os mais famosos presos pela força-tarefa baseada em Curitiba está o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, preso por crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva, no âmbito das investigações relacionadas ao mega esquema de corrupção da maior estatal brasileira, a Petrobras. A corrupção na Petrobras culminou em perdas bilionárias oriundas dos cofres públicos da companhia, e envolveu as principais empreiteiras do país.

O general Guilherme Theophilo afirmou, ao conceder uma entrevista à emissora Jangadeiro, afiliada do SBT no Ceará, que estaria à disposição do governo do estado para interceder juntamente ao Ministério da Defesa.

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Lava Jato Jair Bolsonaro

O general ressaltou que está aguardando um posicionamento do governador cearense. O militar afirmou, inclusive, que já ofereceu a Força Nacional de Segurança, em relação a uma possível intervenção federal no estado.

As ações criminosas no estado tiveram início a partir da fala do novo secretário da Administração Penitenciária do Ceará, Luís Mauro Albuquerque, de que "não reconheceria facção criminosa e que não adotaria divisão de presídios por facção".

Entretanto, de acordo com a futura presidente do Conselho Penitenciário do Ceará, Ruth Leite, conforme estão as condições em que se encontra o sistema atualmente, "haveria matança nos presídios, se não houver separação de presos por facções dentro das unidades prisionais estaduais". A entrevista da futura presidente do Cepen foi concedida ao jornal Tribuna do Ceará.

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