No último sábado (25), o deputado federal Eduardo Bolosnaro (PSL), o filho “zero três” do presidente Jair Bolsonaro, casou-se em uma cerimônia fechada no Rio de Janeiro. A imprensa não podia participar da cerimônia, mas algumas fotos foram compartilhadas pelas pessoas presentes. Dentre essas fotos, uma delas chamou bastante a atenção dos internautas e gerou polêmica. A foto que foi compartilhada no Instagram pelo fotógrafo Davi Nascimento, mostra a nora de Bolsonaro, Heloísa Wolf, posando apenas de lingerie e véu de noiva.

Na legenda da foto que mostra a psicóloga, o fotografo escreveu que a foto fez parte de um ensaio de making of do casamento. A foto foi bombardeada por comentários, alguns elogiando a nora do presidente, outros criticaram o fato da pose sensual de Heloísa não estar de acordo com os supostos princípios defendidos pela família do presidente. “Ué, mas pode isso quando se casa com membros de uma família tradicional?”, escreveu uma seguidora do fotógrafo.

“A família tradicional brasileira não apoia esse exibicionismo”, disse outra.

Após as críticas, a nora do presidente decidiu se manifestar e rebater os comentários neste domingo (26). Ela chamou as mulheres que a criticaram de “feministas” e os homens de “machistas opressores” e foi irônica ao dizer que não havia casado com nenhum daqueles que havia comentado sua foto. "Quantas feministas e machistas opressores comentando, hein?

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Kkkk Ainda bem que eu não casei com um desses”, disse a esposa de Eduardo.

Em seguida, ela elogiou o trabalho do fotógrafo e afirmou que estava ansiosa para ver todas as fotos: “ameiii, magnífico trabalho! Na expectativa de todas as fotos! Tu é o cara!”.

Protestos e forte policiamento marcam casamento

O casamento de Eduardo Bolsonaro e Heloísa Wolf ocorrido em Santa Teresa, no Rio, foi celebrado pelo pastor Pedro Litwinczuk, que é presidente da Igreja Comunidade Batista do Rio de Janeiro.

Ele foi escolhido para celebrar a cerimônia pela ex-vereadora Rogéria Bolsonaro, a mãe do noivo.

O casamento foi destinado para 150 pessoas e contou com um forte policiamento. No Condomínio Equitativa, foram dois comboios que fizeram a segurança do lugar: um da Polícia do Exército e outro da Polícia Militar. Houve bloqueio por um Caveirão da PM, logo na entrada para o Morro dos Prazeres, enquanto que a Polícia Federal fazia a segurança à paisana, trajando terno.

Além disso, a imprensa foi impedida de entrar no local da cerimônia e haviam atiradores em prédios e locais altos. Tanto o presidente quanto seus filhos chegaram ao casamento sob escolta em comboios.

Além do forte policiamento, houve também a presença de protestos de moradores do Condomínio Equitativa, que cobravam melhorias no bairro. Com faixas escritas “Lula Livre”, os protestos criticavam o presidente Jair Bolsonaro e exigiam iluminação e atenção às condições precárias do bairro.

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