O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) comentou em sua live realizada nesta quinta-feira (7) sobre a marca de 200 mil mortes causadas pelo coronavírus, atingida no mesmo dia.

Em tom de dúvida, Bolsonaro disse que muitas das mortes podem não ter sido causadas pelo coronavírus e atacou as medidas sugeridas pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Bolsonaro ressaltou que todos os membros que compõem seu Governo ficaram tristes pelas mortes das vítimas e disse que muitas dessas mortes foram atribuídas como em decorrência da Covid-19, mas ressaltou que não tem certeza se todas realmente foram causadas pela doença.

Bolsonaro afirmou que a vida deve continuar e se solidarizou mais uma vez com os familiares e amigos das pessoas que foram vitimadas pelo coronavírus.

Durante a live, enquanto falava sobre assunto, Bolsonaro citou que teme pela vida de sua mãe, que tem 93 anos, e pelas dificuldades que ela venha enfrentar caso contraia o coronavírus, mas pontuou que mesmo a assim a vida deve continuar.

O presidente também se enquadra no grupo de risco, já que possui 65 anos.

Bolsonaro comentou também sobre as consequências causadas pelo coronavírus contra a população na área financeira e crescimento do Brasil.

O presidente disse que não poderia deixar que a pobreza reinasse no país, sem emprego e sem aumento do PIB (Produto Interno Bruto) e acumulando dívidas. Em seguida ele afirmou que tudo isso vem sendo causado devido às ações de algumas pessoas.

Bolsonaro então conclui seu posicionamento dizendo que o número de vítimas aumentou no Brasil, mas que a vida deve continuar e pediu a benção de Deus sobre o país.

Brasil atinge 200 mil mortes por coronavírus

Por três dias seguidos o Brasil manteve a marca de mais de mil vitimas da Covid-19 em um período de 24 horas. Entre os dias 6 e 7 de janeiro deste ano, morreram 1.120 pessoas, ultrapassando a marca de 200 mil vítimas desde o início da pandemia.

Além disso, a média móvel entre 10 estados e o Distrito Federal segue em alta.

A marca de 200 mil óbitos foi divulgada no fim da tarde de quinta-feira (7) pelo consórcio de veículos de imprensa e também pelo Ministério da Saúde.

A Covid-19 foi classificada como a doença que mais matou pessoas em 1 ano no Brasil. Outra marca que pode ser atingida pelo Brasil é o número de infectados, que se aproxima de 8 milhões de pessoas.

Somando com os últimos resultados que testaram positivos para a Covid-19, divulgados no último dia 7 de janeiro, o Brasil alcançou a marca de 7.930.943 desde o começo da pandemia.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse em um pronunciamento que o Brasil reservou 354 milhões de doses da vacina contra o coronavírus e que a imunização pode começar em janeiro. Ele disse também que pretende iniciar a vacinação usando os estoques de seringas e agulhas armazenados nos depósitos dos estados e municípios.

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