Ciro Gomes (PDT), presidenciável e terceiro colocado nas eleições de 2018, participou de uma live transmitida nesta segunda-feira (5) no Facebook da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB).

O ex-prefeito de Fortaleza e ex-ministro falou da política nacional, economia e pandemia do coronavírus.

Conjuntura brasileira e pandemia do coronavírus

Sempre crítico do Governo de Jair Bolsonaro (sem partido), Ciro Gomes iniciou a live disparando contra a política econômica e de combate a pandemia do atual presidente.

“Em primeiro lugar, eu gosto de lembrar ao conjunto da sociedade brasileira que tá passando por um terrível momento.

O pior momento da nossa história sob o ponto de vista de saúde pública, 332 mil brasileiros perderam a vida, um em cada seiscentos e setenta brasileiros já morreu”, lamentou.

Para o pedestista, a crise é sem precedentes em mais de quinhentos anos do Brasil.

“E infelizmente o desatino, a incompetência, a irresponsabilidade, a negação da ciência de um comportamento genocida do governo Bolsonaro. [Presidente] Sinaliza, e a comunidade internacional tá extremamente angustiada com os desdobramentos do Brasil, de que nós tenhamos ainda no fim de maio ao redor de meio milhão de irmãos e irmãs mortos. Nunca houve nada sequer parecido. Em todas as guerras em que o Brasil se envolveu, desde a sua fundação, das guerras da Independência, Guerra do Paraguai, da Segunda Guerra Mundial, morreu no Brasil nem um terço disso”, pontou Ciro.

Desemprego e desalentados

O político alertou para o grande número de desempregados atualmente no país.

"O Brasil tem hoje 14 milhões e 300 mil pessoas abertamente desempregadas. Nunca houve um número parecido. O Brasil tem hoje quase seis milhões que o IBGE chama de desalentados, que são irmãos nossos que desistiram até de procurar o emprego de tanta frustração e de não conseguir achar emprego pararam de procurar", disse.

"Somos então quase vinte milhões de pessoas abertamente desempregadas. A esses se somam quase quarenta milhões de brasileiros empurrados para informalidade, vivendo de bico e sem nenhuma condição de proteção, nem hoje, nem no futuro quando a velhice chegar com seu preço necessário em remédio, em aposento, etc, etc. Nunca houve um número parecido, é disparado o pior número de informalidade no Brasil”, falou.

De acordo com Ciro Gomes, o volume de equívocos do governo Bolsonaro resulto no momento ruim que vivemos. “Brasil passa pelo pior momento, pelo maior desgoverno da nossa história sem precedentes", disparou Ciro.

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