Com surto do novo coronavírus no Brasil, muitas pessoas continuam a descumprir medidas de isolamento social impostas pelo Ministério da Saúde. Neste último final de semana, no Rio de Janeiro, muitos cariocas resolveram ir às praias para passear nas orlas.

Diante deste descumprimento, o atual prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, se pronunciou sobre o respectivo caso em suas redes sociais.“Nós estamos em um momento delicado, em que crescem o número de infectados, de internações em UTIs e óbitos. Então é importante que as pessoas fiquem em casa”, disse o prefeito.

Marcelo Crivella também informou que os usos das máscaras cirúrgicas na cidade do Rio é de uso obrigatório para que novos casos da doença não surjam, mas ressaltou que elas não são passaportes para que as pessoas possam sair.

"A máscara não é um passaporte para sair. É a proteção daqueles que têm a obrigação de sair", disse. O prefeito entende que esse momento de pandemia é bastante complicado e por isso é fundamental a colaboração da população carioca.

Ainda de acordo com informações do G1, foi possível identificar uma certa aglomeração na manhã desta sexta-feira (27) no calçadão da praia de Ipanema. Mesmo com guardas municipais e policiais militares no local, isso não inibe que as pessoas deixam de praticar suas atividades físicas.

Rio de Janeiro

Durante esses dias de quarentena, a cidade carioca é a segunda região mais afetada com a proliferação do novo coronavírus, ficando atrás, apenas, do estado de São Paulo.

Para evitar que novas pessoas sejam vítimas da doença, medidas já estão sendo aplicadas.

Quando começaram a surgir informações dos primeiros mortos em decorrência do contágio do coronavírus, o atual governador do Rio, Wilson Witzel, informou que alguns lugares de lazeres iriam ficar suspensos por tempo indeterminado.

Dentre esses lugares estão: praia, rios, cachoeiras entre outros.

Com isso, muitas medidas de prevenção foram criadas para abrigar moradores de rua. Escolas públicas estão sendo um ponto de concentração para acolher essas pessoas. Além das escolas, o Sambódromo do Rio de Janeiro, onde ocorrem os desfiles de escolas de samba anualmente, serviu para improvisar abrigos.

No local, é disponibilizado dormitórios e comidas doadas por empresas privadas ou até mesmo pelo próprio Governo. Como ainda não há uma previsão para a retomada das atividades profissionais, os abrigos improvisados serão mantidos por tempo indeterminado.

Comunidades cariocas

Pelo fato de autoridades governamentais informarem que a quarentena deverá ser estendida por mais algumas semanas, muitos comércios de comunidades do Rio de Janeiro continuam fechados. Diante disso, moradores de algumas comunidades dominadas por milicianos informaram que os comércios deverão abrir nesse momento de pandemia do novo coronavírus.

De acordo com informações ditas pelos próprios moradores, pelo fato dos comércios estarem fechados, muitos milicianos não estão conseguindo arrecadar dinheiro de extorsão que era feito por cada proprietário de loja.

Com isso, muitos comerciantes foram notificados a retomarem as atividades profissionais.

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