Poucos dias após o afastamento da presidente Dilma Rousseff, a cúpula do PT começa a se articular e a definir estratégias para uma eventual atuação na oposição contra o governo de Michel Temer, caso seja confirmado no último julgamento do processo de impeachment no Senado Federal, o afastamento definitivo da presidente Dilma Rousseff.

Segundo o ex-ministro Gilberto Carvalho que já foi ministro da Casa Civil de Dilma em seu primeiro mandato, quem tomará a frente da oposição petista após 13 anos no poder, será o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Ele vai continuar a luta. Vai andar pelo Brasil todo na luta” afirmou o ex-ministro em rápida entrevista a reportagem do jornal Estadão.

Cúpula petista já prepara reuniões para definição de estratégias

O PT já começará na próxima semana a se reunir e definir estratégias para o que está sendo chamado de “unidade de ação” de oposição ao governo de Michel Temer.

A cúpula se reunirá em Brasília e o objetivo é traçar o caminho que Lula deverá seguir juntamente com os movimentos sociais que apoiam o PT na resistência ao governo Temer.

A cúpula também discutirá as formas de inviabilizar a gestão do novo governo.

A princípio a palavra de ordem é continuar afirmando que o processo de impeachment é um formato moderno de golpe de estado e que o governo Temer não tem legitimidade para governar o país.

A expectativa é que o núcleo vai orientar e dar as diretrizes a serem seguidas para a atuação da bancadas do PT na Câmara dos Deputados e no Senado, para que não votem nas propostas enviadas pelo peemedebista.

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Lula Michel Temer

Nos bastidores do PT, conselheiros admitem dificuldades de retorno de Dilma

Nos bastidores do partido, conselheiros de Dilma admitem a dificuldade de reverter o jogo nas ações de defesa do processo de impeachment no Supremo Tribunal Federal e evitar a cassação definitiva da presidente.

Mesmo com a “desesperança” ainda existe um pequeno grupo de otimistas que acreditam que a Corte poderá analisar o mérito e anular o processo de impeachment, mas a grande maioria acredita que o processo de impeachment é irreversível.

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