Na manhã desta quinta-feira (21), o ex-presidente da República Michel Temer foi preso pela força tarefa da Lava-Jato do Rio de Janeiro. No momento da prisão o ex-presidente estava em sua residência em São Paulo e deve ser levado ainda hoje para o Rio de Janeiro em um avião da Polícia Federal (PF).

O mandado de prisão preventiva foi autorizado pelo Juiz Marcelo Bretas, da 7° Vara Federal Criminal do Rio e responsável pela Lava Jato no estado. A prisão é desdobramento da Operação Radioatividade, a 16ª fase da Lava-Jato do Rio, que investigou corrupção na usina de Angra 3. Além de Michel Temer, a força tarefa também cumpre um mandado contra o ex-ministro Moreira Franco.

Segundo informações do portal G1, desde quarta-feira (20) a Polícia Federal já estaria rastreando o ex-presidente. Devido às dificuldades em encontrar Temer, a operação foi deflagrada com atraso na manhã desta quinta-feira.

O ex-presidente é suspeito de receber propina de José Antunes Sobrinho, dono da construtora Engevix. O empresário disse em depoimento à PF que teria pagado R$ 1,09 milhão em propina a Temer. A propina teria sido paga para fechar um contrato para as obras da usina termelétrica nuclear (UTN) Angra 3.

Presidente

Michel Temer (MDB) foi o 37° presidente da República do Brasil. Seu mandato se iniciou em 31 de agosto de 2016, após o impeachment de Dilma Rousseff (PT), e teve o final de seu mandato em 31 de dezembro de 2018.

Temer foi eleito vice-presidente em duas eleições com Dilma, 2010 e 2014. Temer se distanciou da ex-presidente após o desgaste do Governo devido uma crise econômica e política no início do segundo mandato e depois de um longo processo de impeachment se tornaram presidente da República.

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