O governo federal criou um grupo de trabalho com ministros e magistrados para debater mudanças na legislação trabalhista. A iniciativa é da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, vinculada ao Ministério da Economia.

A reforma trabalhista de Temer entrou em vigor em novembro de 2017, com a promessa de aumentar o número de vagas. Entretanto, há dois anos em vigor, a nova lei não ofertou muitas vagas no mercado de trabalho, como previam os idealizadores do projeto.

Por outro lado, registrou-se a queda do número de processos na Justiça.

Segundo informações do Ministério do Trabalho, estima-se que hoje o número de ações trabalhistas movidas por trabalhadores caiu para menos de 1 milhão, índice considerado o menor desde 2007.

No início de agosto, o Congresso Nacional aprovou a MP (medida provisória) da Liberdade Econômica. A medida chegou a ser comparada a uma espécie de minirreforma do trabalho, mas alguns trechos foram retirados do projeto após serem questionados por juristas.

Com a criação do Grupo de Altos Estudos do Trabalho (Gaet), o Governo federal prevê que muito em breve deverá ocorrer uma modernização em relação a CLT. A intenção dos idealizadores do projeto é analisar melhor as leis da nova reforma trabalhista que entrou em vigor no governo Temer para depois finalizar o projeto com algumas mudanças no texto. O governo pretende debater com especialistas algumas questões polêmicas, como as medidas para a definição de uma suposta indenização por danos morais.

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