O atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, concedeu uma entrevista sobre a soltura dos presos em decorrência ao covid-19. Moro garantiu que nenhum detento está infectado com a doença e descartou soltura de presos em massa.

“Não existe nenhum motivo para um temor infundado para o sistema penitenciário. Não existe nenhum preso com o coronavírus'', informou Moro. O ministro informou que o país não pode conceder a prisão domiciliar para os presos em decorrência do covid-19, já que existem muitos que são de alta periculosidade.

Soltura de presos

Durante esse período de proliferação da covid-19, muitos detentos estão sendo beneficiados, como o médium João Teixeira de Faria, conhecido como João de Deus. Condenado a quase 60 anos de prisão por crimes sexuais, João foi para prisão domiciliar após estar no grupo de pessoas que são mais propícias ao contágio com vírus. Pelas redes sociais, muitos internautas informaram que João de Deus é um perigo para sociedade, já que ele foi preso por violentar mulheres.

Covid-19

A proliferação do vírus afeta mais as pessoas de 60 anos, moradores de rua e também detentos. Por isso, algumas medidas estão sendo priorizadas para salvar as pessoas que se encontram nessa situação. O atual governador do estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, declarou que o Sambódromo, local onde é realizado os desfiles do Carnaval, será usado para abrigar os moradores de rua da cidade.

O intuito é fazer com que eles fiquem isolados e livre de um possível contágio. No local, serão distribuídos itens de higiene e também alimentação. Parte do material que será usado vem de doações. O governador não informou quantos moradores de rua irão ser beneficiado com os abrigos improvisados.

Wilson Witzel ainda disse que tomará medidas extremas para evitar a proliferação do vírus na cidade do Rio de Janeiro.

Em sua última coletiva de impressa, o governador deu autoridade para os policiais militares prenderem quem estiver em praias, rios, lagoas ou piscinas públicas. Essa é uma das medidas de prevenção que o governo está tomando para conter o número de mortes.

Essa medida extrema foi comentada pelo presidente Jair Bolsonaro. Questionado por um apoiador sobre a ação de Witzel, Bolsonaro questionou: ''Virou ditadura?''.

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