O presidente Jair Bolsonaro protagonizou um discurso alterado ao ser questionado por um jornalista na saída do Palácio da Alvorada na manhã desta terça-feira (5). Quando o presidente chegou no local da entrevista, aproveitou para conversar com alguns apoiadores do atual Governo. Uma mulher que não teve a identidade revelada argumentou sobre as agressões que teriam acontecido em um protesto de enfermeiros em frente ao Palácio do Planalto neste último domingo.

A apoiadora informou que estava no protesto e disse que não viu nenhuma agressão. Diante disso, Bolsonaro afirmou ''Para vocês entenderem como é essa imprensa que está aí.

Mandei levantar se houve corpo de delito. Ele não pediu corpo de delito. Tá certo? Não fez corpo de delito. Então, se houve agressão, verbal, o que eles fazem o tempo todo conosco''. Além disso, o presidente chegou a informar que é totalmente contra quaisquer tipos de agressão física, mas que repudia mentiras.

Alguns jornalistas perguntaram ao presidente da república se ele teria pedido a troca do superintendente da PF no estado do Rio de Janeiro. Irritado com tal questionamento, Bolsonaro gritou: "Cala a boca, não perguntei nada!". Depois de responder algumas perguntas, Bolsonaro deixou o local de entrevista sendo aplaudido por alguns apoiadores que lá estavam.

Bolsonaro e conflitos com jornalistas

Na manhã desta segunda-feira (4), o presidente Jair Messias bolsonaro (sem partido) realizou mais uma entrevista coletiva na saída do Palácio da Alvorada, onde o parlamentar conversou com alguns apoiadores do seu atual Governo e também respondeu perguntas de jornalistas.

Assim que o presidente desembarcou do veículo, ele apresentou um papel para imprensa contendo um 'print' de uma conversa do ex-ministro Sérgio Moro. ''Isso é fofoca'', dizia o texto escrito na folha. Bolsonaro informou que muitas conversas que Moro apresentou na Superintendência da Polícia Federal se tratavam de 'fofoca'.

O presidente também argumentou sobre as agressões que ocorreram durante a manifestação do último domingo (3).

As possíveis agressões foram contra enfermeiros e profissionais da imprensa que participavam de um movimento protestando contra as atitudes tomadas pelo atual presidente. Se referindo ao episódio, Bolsonaro destacou: "Também condenamos a violência. Contudo, não vi tal ato, pois estava nos limites do Palácio do Planalto e apenas assisti à alegria de um povo que, espontaneamente, defendia um governo eleito, a democracia e a liberdade".

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