Estreou na quinta-feira (29) na Netflix o filme policial “O Informante” (The Informer). Com Joel Kinnaman, Rosamund Pike, Common, Ana de Armas e Clive Owen. A produção é dirigida por Andrea Di Stefano a partir de um roteiro escrito por Rowan Joffe e Matt Cook.

A trama

Pete Koslow (Kinnaman) é um ex-condenado que trabalha para o FBI infiltrado em uma máfia polonesa. Após o fracasso de uma missão em que a agência não consegue capturar o líder desse grupo criminoso, Pete é forçado pela agente Erica Wilcox (Pike) a ir para uma prisão de segurança máxima para conseguir finalmente capturar os integrantes da máfia que atuam dentro e fora do presídio.

O problema é que a agente do FBI, influenciada por seu superior hierárquico, vivido por Clive Owen, não cumpre o acordo com o protagonista e ele terá que encontrar um meio para sobreviver.

Rostos conhecidos

O protagonista de “O Informante”, Joel Kinnaman já é conhecido do público por ter feito em 2014 o remake de "Robocop", ele também deu vida a um personagem dos quadrinhos da DC Comics, o Coronel Rick Flag no fraco “Esquadrão Suicida” (2016). Kinnaman também já é figura conhecida na Netflix, onde esteve na série “Altered Carbon”.

Outra atriz de destaque na plataforma de streaming é a ótima Rosamund Pike, que antes já emplacou outros dois filmes esse ano: “Eu Me Importo” e “Radioactive”. Mais uma “veterana” no serviço de streaming é a atriz Ana de Armas.

O filme ainda conta o astro Clive Owen vivendo um vilão.

Ainda que o ator Joel Kinnaman em sua trajetória não tenha feito nada que o elevasse ao nível de astros como Sylvester Stallone, Bruce Willis ou Tom Cruise, seu ar taciturno e sua imponência física se encaixam perfeitamente ao personagem que ao longo da trama mostra maior complexidade.

Em um primeiro momento o público é levado a entender que Pete Koslow é apenas um traficante, mas o personagem se assemelha mais ao John Rambo que foi mostrado em “Rambo: Programado para Matar” (Rambo: First Blood), de 1982.

Aprende Michael Bay

O diretor italiano Andrea Di Stefano mostrou que não é preciso perseguições de carros, prédios explodindo e outras pirotecnias para prender a atenção do público.

O cineasta conseguiu construir uma trama que prende o público do início ao fim, somente em seu ato final é que o longa-metragem apela para sequências mais típicas de grandes filmes de ação, e ainda assim sem exageros.

Ironicamente, foi em uma produção com pretensões menores que Joel Kinnaman mostrou sua melhor atuação até o momento e não em blockbusters em que está acostumado a atuar. Rosamund Pike, por sua vez, tem um papel de pouco destaque, mas mesmo assim ela consegue brilhar.

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