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O Brasil bateu um recorde nada lisonjeiro: 2017 tem a maior média de assassinatos de LGBTs já registrada.

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O Brasil bateu um recorde nada lisonjeiro: 2017 tem a maior média de assassinatos de LGBTs já registrada.

São 293 assassinatos de pessoas LGBT registrados em 2017 e ainda estamos em 29 de setembro. Segundo o Grupo Gay da Bahia, este ano o Brasil atingiu a maior média de homicídios já registrada em 37 anos de atuação da ONG, que recolhe notificações por meio de uma página online desde 2011. Assim, mais de 1 indivíduo LGBT por dia é vítima dessa violência estrutural que se traduz em atentados contra a vida.

Estamos vivendo em tempos realmente sombrios - com o perdão do clichê -, em que predomina a falta de discernimento, o ódio ao que é diferente e a incapacidade de se manter um debate civilizado. Grupos conservadores têm se unido cada vez mais contra os inimigos que elegeram: as minorias sociais, o "comunismo", os Direitos Humanos, a classe formada por intelectuais e artistas, entre tantos outros que passaram a representar uma ameaça ao "cidadão de bem" e à "família tradicional".

Tabus de difícil transposição, mas que vinham gradativamente sendo abordados, agora se intensificam como resultado de distorções desnecessárias e de uma histeria propositalmente incentivada para que esses inimigos continuem a ser vistos como perigosos.

Acontece que, a partir disso, uma verdadeira guerra passa a acontecer, a qual não é meramente cultural e política, mas física, de forma que a violência se torna sancionada e é, inclusive, incentivada por meio de discursos raivosos. E não resta dúvida que, nessa guerra, LGBTs estão incluídos entre os alvos.