Após uma Operação realizada na Vila Aliança, (3), comunidade localizada na zona oeste do Rio de Janeiro, um policial militar do 14 BPM acabou sendo atingido por um tiro em decorrência do confronto com os criminosos da localidade.

Ao ser alvejado, um morador da comunidade conseguiu registrar o momento que o policial ferido era socorrido pelo seu colega de farda. Nas imagens, é possível visualizar o policial sendo carregado pelas costas. O policial militar estava sem as vestes da Polícia Militar. Mediante a isso, o jornal Extra mandou uma nota para o batalhão onde o policial faz parte, no intuito de entender o motivo do militar estar sem farda e também colher mais informações sobre o respectivo caso apresentado.

A corporação alegou que o policial responsável pelo socorro "estava usando uma roupa de padrão militar, típica para esse tipo de ação". E, sobre as armas dos agentes, a Policia Militar alegou que "a equipe policial estava dividida'' em partes da comunidade. O criminoso que desferiu o disparo contra o militar ainda não foi identificado.

O policial militar que foi atingido foi identificado como Marco Antônio Matheus Maia, atingido por um disparo de arma de fogo na cabeça. O policial foi encaminhado para um hospital da região, onde permanece internado devido a gravidade. Até o fechamento dessa matéria, não tiveram novas informações sobre o respectivo caso.

Rio de Janeiro

Em meio a paralisação da cidade por conta do novo coronavírus, as atividades de operação policial ainda permanecem no estado.

Diariamente, policiais militares ou civis realizam operações para coibir a ação dos criminosos nas localidades carentes. O atual governador do Rio, Wilson Witzel, declarou situação de quarentena, mas informou que as profissões primordiais permanecem normalmente.

Nas últimas entrevistas, o governador informou que medidas extremas já estão sendo tomadas para coibir a proliferação da covid-19 no estado do Rio de Janeiro.

Witzel deu autonomia para os policiais militares prenderem quem descumprir com as novas medidas impostas pelo governo. Wiltzel decretou que ninguém poderá frequentas praias, rios, lagos ou piscinas públicas. Quem for pego pelas autoridades em algum dos lugares citados, poderão ser condenado a pagar uma indenização ou até mesmo cumprir pena sobre o crime de desobediência.

As falácias desprovidas pelo governador gerou uma tremenda repercussão, onde um dos apoiadores de Jair Messias Bolsonaro, questionou o presidente sobre os argumentos usados pelo atual governador do Rio. ''Virou ditadura'', questionou o presidente da república. Apesar de ser uma postura autoritária, Wiltzel entende que é necessário para o bem da população carioca.

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