No final de dezembro de 2019, o delegado Paulo Bilynskyj e a namorada Priscila Delgado teriam iniciado um romance através das redes sociais. O relacionamento entre o casal teria ocorrido de forma avassaladora, a ponto de irem morar juntos e agendarem a data do casamento em apenas cinco meses de namoro. No último dia 20 de maio, o que parecia um conto de fadas se transformou em tragédia. Vizinhos acionaram a Polícia ao ouvirem disparos de arma de fogo.

Ao chegarem no apartamento do delegado Paulo Bilynskyj, se depararam com o agente baleado por seis tiros. Sua namorada, Priscila Delgado, estava baleada com um tiro no coração, e veio à óbito logo após ser socorrida.

Ainda debilitado, o delegado afirmou que teria sido atacado pela namorada após a modelo ver mensagens em seu celular.

Segundo Bilynskyj, após atacá-lo, Priscila teria disparado contra si mesma. De acordo com a revista Época, após treze dias internado, o delegado recebeu alta hospitalar e, na última quinta-feira (4), prestou depoimento à polícia.

Bilynskyj esclarece motivo de briga

Ainda segundo a revista Época, o delegado Paulo Bilynskyj prestou depoimento no 1° Distrito Policial de São Bernardo do Campo. Bilynskyj manteve a versão dada ainda no hospital, de que a namorada teria ficado irritada ao ver mensagens em seu celular.

O delegado revelou que Priscila teria tido acesso à mensagens antigas de seu celular por meio de um aplicativo de mensagens em seu computador.

A modelo teria visto, inclusive, fotos íntimas de outra Mulher contidas no celular do namorado. Segundo a versão de Bilynskyj, Priscila teria disparado seis tiros contra ele quando saiu do banho.

De acordo com o delegado, o diálogo visto pela namorada, teria ocorrido antes deles se conhecerem e iniciarem um relacionamento.

O depoimento prestado por Bilynskyj será anexado ao inquérito policial, além de cópias das conversas que teriam motivado a briga entre o casal.

Após a tragédia, o delegado foi internado no hospital estadual Mário Covas, onde passou por diversas intervenções cirúrgicas. Além de atuar como delegado, Paulo é professor de cursos preparatórios e instrutor de tiros.

Noite anterior ao crime

Segundo o site Metrópoles, na noite anterior ao crime Paulo Bilynskyj teria trocado mensagens com uma ex-namorada, identificada como Juliana Trovão. Na conversa, o delegado demonstra estar preocupado com a reação de Priscila após comunicá-la que desejava pôr fim no relacionamento entre o casal.

Em um trecho da conversa, a ex de Bilynskyj pede para que o delegado tome cuidado e tranque a porta do quarto antes de dormir, já que ele possuía armas do apartamento. A polícia segue investigando as reais circunstâncias do crime.

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