Infelizmente o novo coronavírus tem feito milhares de vítimas fatais pelo mundo todo. No Brasil, o número de mortes já passou de 103 mil e entre eles se encontram muitos médicos e profissionais de Saúde, que colocaram suas vidas em risco ao trabalhar na linha de frente contra a doença.

Jovem médica morre por coronavírus em MT

Monique Silva Batista, de apenas 29 anos, é uma das mais jovens vítimas do coronavírus no Mato Grosso. A médica veio a óbito na última segunda-feira (10), em Cuiabá, após quase 30 dias, internada em uma Unidade de Terapia Intensiva, do Hospital Amecor.

A médica atuava na linha de frente de combate ao coronavírus no Hospital Coração de Jesus, na cidade de Campo Verde, há 140 quilômetros de Cuiabá.

Após ser diagnosticada com Covid-19 e apresentar dificuldades para respirar, visto que ela tinha asma, a moça foi rapidamente entubada em uma UTI, mas não resistiu às complicações da doença e veio a óbito. Amigos da médica contaram que ela contraiu a doença enquanto trabalhava atendendo pacientes infectados pelo vírus.

Notas de pesar pela morte da médica

Monique era natural da cidade de Uberaba, em Minas Gerais, e formou em medicina pela Universidade Federal do Mato Grosso. A jovem formou-se no ano passado e desde então passou a trabalhar como plantonista no hospital de Campo Verde e realizava atendimentos no Programa de Saúde da Família e na zona rural da cidade, pela Unidade Sentinela.

O Hospital Coração de Jesus lamentou a morte da profissional e disse que ela lutou bravamente, como fazia em seu trabalho, que realizava com paixão.

Eles disseram que a mulher fazia seus atendimentos com carinho e profissionalismo e que infelizmente, ela foi mais uma vítima das complicações do coronavírus, pois tinha asma. Eles desejaram que seu trabalho e sua luta não tenham sido em vão.

A prefeitura da cidade disse que a médica era uma excelente profissional e um grande ser humano, que atuava com dedicação cuidando de pacientes com coronavírus. Segundo a nota, apesar de toda a sua luta por cerca de 30 dias e dos pensamentos positivos e orações recebidas de centenas de pessoas, o vírus foi mais forte.

A Faculdade onde Monique formou disse que ela era uma ótima médica e uma pessoa de luz, que cuidou com carinho de muitas vítimas do coronavírus, até que se tornou paciente da doença, que tirou a vida de mais de 100 mil pessoas no Brasil.

A moça, que deixou um noivo com quem criava dois cães e três gatos, usava seu perfil para alertar os seguidores sobre a gravidade da doença.

Em uma postagem, ela disse que o coronavírus era uma doença grave, virulenta, real, agressiva, fatal e avassaladora, que atingia todas as classes sociais, independentemente de sexo, religião ou idade.

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