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Sigla LGBT

LGBT, ou GLBT, é uma sigla que significa lésbica, gay, bissexual e transgênero. O termo está em uso desde a década de 1990 e é uma adaptação da sigla LGB, que foi usado para substituir o termo gay em referência à comunidade LGBT a partir de meados da década de 1980. Alguns ativistas acreditavam que o termo “comunidade gay” não representava com precisão todos aqueles a quem se referia.

A sigla começou a ser utilizada no mainstream como um termo genérico para rotular tópicos relativos à diversidade de culturas baseadas na sexualidade e na identidade de gênero, podendo também ser usada para se referir a qualquer pessoa que não seja heterossexual ou não-cisgênero, em vez de exclusivamente para pessoas lésbicas, gays, bissexuais ou transgênero.

Apesar da sigla LGBT não abranger nominalmente todos os indivíduos em comunidades menores, o termo é geralmente aceito para incluir aqueles não especificamente identificados na sigla de quatro letras. No geral, o uso do termo LGBT, ao longo do tempo, ajudou bastante a trazer indivíduos marginalizados para a comunidade em geral. A atriz transexual Candis Cayne, em 2009, descreveu a comunidade LGBT como "a última grande minoria".

Direitos LGBT no Brasil

Pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) no Brasil desfrutam da maioria das proteções legais disponíveis para pessoas não-LGBT.

Em 14 de maio de 2013, o Conselho Nacional de Justiça do Brasil legalizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todo o país em uma votação de 14 a 1, emitindo uma decisão que ordena que todos os registros civis do país realizem casamentos entre pessoas do mesmo sexo e converta qualquer união civil em casamento, caso o casal desejar.

Em 2010, em um julgamento histórico, o Superior Tribunal de Justiça do Brasil (STJ) reconheceu, por unanimidade, que casais do mesmo sexo têm o direito de adotar crianças. No mesmo ano, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, decidiu a favor de um casal binacional anglo-brasileiro no estado do Paraná, permitindo que o casal adotasse qualquer criança, independentemente de a idade ou sexo da criança. A decisão do Supremo Tribunal Federal abre caminho para que outros casais do mesmo sexo recebam os mesmos direitos no país.

De acordo com a Constituição nacional, os estados do Brasil estão proibidos de criar leis discriminatórias. Isso contribuiu para a promulgação de uniões civis, casamento entre pessoas do mesmo sexo, adoção entre pessoas do mesmo sexo, leis de mudança de gênero e leis anti-discriminação estaduais e municipais, entre outras.

Vários estados e escolas estabeleceram diretrizes e políticas relativas a estudantes LGBT, incluindo prevenir e proibir o bullying, criar programas de apoio e usar o nome preferido de um estudante transgênero.

Parada Gay de São Paulo

A Parada do Orgulho LGBT de São Paulo é uma parada anual de orgulho gay que acontece na Avenida Paulista, em São Paulo, Brasil, desde 1997. A Parada do Orgulho Gay de 2006 foi considerada a maior do mundo na época pelo Guinness Book. Em 2010, a prefeitura de São Paulo investiu R$1 milhão de reais no desfile. O evento é o segundo maior da cidade, após apenas a Fórmula 1. De acordo com o aplicativo LGBT Grindr, o desfile gay da cidade foi eleito o melhor do mundo.

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Transfobia dentro e fora da comunidade LGBT

A identidade de gênero é um assunto complicado e que ainda gera muita polêmica. Pessoas transgêneras existem desde que a humanidade existe, mas nem por isso deixam de ser tratadas como "anormais", "estranhas", "aberrações", entre tantas outras palavras usadas para diminuir indivíduos que só estão procurando ser quem são.

Infelizmente, até entre homossexuais existe a transfobia e com frequência travestis e mulheres transexuais, bem como homens trans e pessoas não-bináries, são destratados/as/es dentro de um grupo em que deveriam encontrar respeito.

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Atila França

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