O novo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, tem estreia marcada no cenário mundial. Ele participará do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, que ocorre entre os dias 22 e 24 de janeiro. Em seu primeiro evento internacional desde que assumiu o cargo, Bolsonaro deve ter destaque no evento, que não contará com a participação dos presidentes de França, Emmanuel Macron, e dos Estados Unidos, Donald Trump.

Bolsonaro, durante sua campanha eleitoral, prometeu uma abertura maior do mercado brasileiro, bem como o combate rígido à corrupção e um discurso que propõe uma economia de caráter mais liberal, juntamente de uma equipe econômica que apresenta a característica em questão. As promessas atraíram as atenções de empresários suíços.

Bolsonaro deverá discursar sobre temas importantes, uma vez questionado pela mídia tradicional.

É esperado, segundo apontam as tendências, de que temas como imigrantes (refugiados), meio ambiente, igualdade de gênero e direitos humanos sejam pauta durante a oportunidade de questionamentos.

Sergio Moro, Paulo Guedes e Jair Bolsonaro: o trio protagonista do Fórum de Davos

Além do destaque de Jair Bolsonaro, a comitiva que o acompanhará, formado pelos ministros Paulo Guedes e Sergio Moro, junto do chanceler Ernesto Araujo, deverá também chamar bastante a atenção da mídia e dos participantes do evento.

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Jair Bolsonaro

Além da representação do poder executivo, o poder legislativo estará representado pelo filho do presidente, o deputado federal eleito por São Paulo, Eduardo Bolsonaro.

As participações brasileiras, no entanto, não param por aí. João Doria, recentemente eleito governador de São Paulo, e o apresentador de TV Luciano Huck também estão integrados à lista de participantes. Executivos do Bradesco, do Banco BTG Pactual também marcarão presença, assim como ocupantes das cadeiras executivas da Eletrobras, Embraer, Itaú, Vale, Unibanco e Petrobrás.

Em entrevista, um dos diretores do fórum, em condição anônima, mostrou curiosidade sobre o planejamento de Bolsonaro no campo econômico. "Mais que ouvir Bolsonaro, os empresários buscarão garantias com o ministro da Fazenda", disse, referindo-se a Paulo Guedes.

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