Trechos do decreto criado pelo atual presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, foi suspenso pela Justiça Federal no Rio de Janeiro na manhã desta sexta-feira (27). De acordo com algumas informações, a determinação atende a pedido do Ministério Público Federal para que as atividades religiosas e o funcionamento de lotéricas fossem suspensos enquanto durar o período de isolamento social para conter a disseminação do novo coronavírus.

"O acesso a igrejas, templos religiosos e lotéricas estimula a aglomeração e circulação de pessoas", escreveu o juiz federal substituto Márcio Santoro Rocha.

O atual presidente queria fazer com que todas as igrejas religiosas e lotéricas ficassem abertas no período de quarentena, pois, de acordo com ele, são estabelecimentos essenciais para a população.

Até o fechamento dessa matéria, Jair Bolsonaro não se manifestou sobre medida tomada pela Justiça Federal.

Jair Bolsonaro pede normalização

Pelas redes sociais, Bolsonaro se posicionou diversas vezes sobre medidas adotadas pelo Ministério da Saúde, que informa período de quarentena em todo o país. Mesmo com o mundo paralisando por conta da proliferação do covid-19, Bolsonaro queria que parte dos trabalhos fossem retomados, pois a economia do país iria ser afetada.

Através de veículos de comunicações, Bolsonaro disse que muitas escolas fecharam por conta da epidemia, atitude que não era necessário, já que o coronavírus é uma simples ''gripezinha''.

Após esse pronunciamento, muitas pessoas dividiam opiniões nas redes sociais. Enquanto internautas mostravam o repúdio pelas palavras mencionadas pelo atual presidente, outras concordavam com ele, informando que o país não pode parar por um simples vírus.

Mesmo com todo esse alarde, o país ainda continua em situação de quarentena, onde já foram registradas 92 mortes.

De acordo como Ministério da Saúde, esses números poderão aumentar ao longo das próximas horas, já que existem muitas pessoas com sintomas da doença que farão exame.

Filhos de Bolsonaro se filiam a um novo partido

O senador Flávio Bolsonaro e o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro, filhos do atual presidente da República Jair Bolsonaro filiaram-se a um novo partido chamado Republicanos.

A chegada de ambos à legenda foi oficializada pelo prefeito do Rio, Marcelo Crivella.

Sobre o respectivo caso, ambos os filhos de Jair Bolsonaro não deram explicações do porquê deles entrarem em um novo partido político diferente de seu pai. Pelas redes sociais, Crivella definiu a entrada dos filhos do presidente nesse novo partido como "uma honra", dizendo que eles vieram "para somar" com os políticos que ali estão.

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