A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) voltou a mencionar o atual chefe do Executivo, Jair Bolsonaro (sem partido), sobre os problemas relacionados à pandemia do novo coronavírus.

''Eu poderia estar batendo panela, mas não é a minha forma de luta'', disse Dilma em entrevista ao portal UOL. Segundo a petista, Bolsonaro não tem capacidade para enfrentar crise.

Medidas do atual governo

De acordo com alguns pronunciamentos de Jair Bolsonaro, o Brasil irá passar por um problema econômico, tendo em vista que muitas empresas estão de portas fechadas por conta da proliferação do vírus, e muitas pessoas estão em casa de quarentena.

Para solucionar isso, o presidente deu a ideia de retomar parte das atividades profissionais. Segundo ele, só iriam trabalhar aquelas pessoas que não estão no grupo de risco. Com essa ideia, muitas pessoas estão deixando de apoiar o Bolsonaro. Pelas redes sociais, muitas pessoas também se pronunciam sobre a paralisação do coronavírus, principalmente as pessoas que trabalham de forma autônoma.

A maioria da população brasileira relata que é um grande risco retomar as atividades profissionais, já que o vírus continua matando muitas pessoas. Até agora, cerca de 822 pessoas morreram devido à pandemia. Por isso, muitas pessoas realizam um 'panelaço' quando o parlamentar realiza um pronunciamento ao vivo nas redes televisivas, já que não é possível ir às ruas protestar por conta da vulnerabilidade do vírus.

Auxílio emergencial

Nos próximos dias será disponibilizado um benefício para aquelas pessoas que trabalham de forma informal. O auxílio é de R$ 600, chegando a R$ 1.200 para as mulheres que forem consideradas chefes de família.

Esse auxílio irá se estender até que a paralisação das atividades profissionais termine, tendo em vista que muitos trabalhadores autônomos não estão tendo outra fonte de renda.

O intuito do auxílio é ajudar aquelas famílias que não tem dinheiro para realizar o pagamento das contas da casa e também para ajudar nas compras do mês.

O Governo informou que esse valor será bruto na conta de todos os beneficiários. Nenhum banco poderá aproveitar parte desse dinheiro para descontar dívidas antigas na conta.

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