Durante esta segunda-feira (20), o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), voltou a ser polêmico ao responder alguns jornalistas da saída do Palácio do Planalto. Questionado sobre o aumento do número de pessoas mortas em decorrência do novo coronavírus, Bolsonaro disse: "Ô, cara, quem fala de... Eu não sou coveiro, tá certo?". O jornalista que fez a pergunta ainda tentou argumentar, mas o chefe do Executivo interrompeu e disse: "Não sou coveiro, tá?".

O presidente do Brasil ainda voltou a questionar sobre os efeitos da pandemia, afirmando que cerca de 70% da população irá ser afetada com o novo coronavírus.

Bolsonaro ainda lamentou as mortes em decorrência do vírus, mas informou que não pode ser feito nada para evitar. ''Lamentamos as mortes, e é a vida. Vai morrer", afirmou.

Apesar do presidente receber muitas críticas por se posicionar dessa forma, pelas redes sociais, muitos apoiadores do atual Governo dizem ser a favor da postura adotada por ele.

Outros problemas

Em meio a posicionamentos contraditórios de muitas presidentes mundiais, Bolsoanro está sofrendo bastante hostilização por parte dos parlamentares. Recentemente, o ex-presidente Luiz Lula Inácio da Silva (PT) está usando suas redes sociais diariamente para se posicionar a respeito dos problemas do país e também para argumentar a respeito das possíveis medidas de Bolsonaro.

Para Lula, o presidente do país deveria se preocupar mais com a população brasileira, ampliar o isolamento social e punir quem descumprir com a quarentena e não priorizar a economia do país. O petista também citou a demora em liberar o auxílio emergencial para alguns brasileiros que deram entrada no benefício.

O ex-prefeito da cidade de São Paulo Fernando Haddad (PT) também está usando o Twitter para argumentar sobre a atual situação do Brasil em meio à proliferação do novo coronavírus.

Coronavírus

O coronavírus já se expandiu por todo território nacional, com Rio de Janeiro e São Paulo na lista dos estados que apresentam mais mortes em razão da nova pandemia. Ao todo, o Brasil registrou 2.575 mortes e 40.581 casos confirmados. A maioria das vítimas fatais eram aquelas que estavam no grupo de risco.

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