Segundo informações do site Congresso em Foco, o Ministério da Saúde foi oferecido pelo Governo federal ao Centrão como moeda de troca pelo apoio para eleger Arthur Lira (PP-AL) como presidente da Câmara.

A pasta tem um dos maiores orçamentos da União, chegando no ano passado a R$ 187,51 bilhões, segundo o Portal da Transparência, da Controladoria-Geral da União (CGU).

Outra informação passada pelo Congresso em Foco é que o ministro que controla a pasta atualmente, Eduardo Pazuello, irá deixar o cargo e será promovido no Exército para general quatro estrelas, posto máximo da carreira em tempo de paz.

O site afirmou que ouviu de algumas pessoas que a escolha do novo ministro que ocupará a vaga deixada por Pazuello será feita pelo partido Progressistas. A reportagem citou o nome de Ricardo Barros como principal candidato à vaga no momento. Barros já atuou como ministro da Saúde durante o governo do ex-presidente Michel Temer, entre 2016 e 2018. O deputado já está em seu sexto mandato.

Barros foi indagado pelo site Congresso em Foco, mas negou as informações. No entanto, alguns deputados que fazem parte do centrão se dizem ansiosos pela indicação de Barros para o cargo.

Pazuello é alvo de investigações

Eduardo Pazuello está sendo alvo de investigações que apuram se houve alguma omissão ou responsabilidade por parte do governo federal que resultou na crise sanitária no estado do Amazonas, que resultou na morte de várias pessoas que estavam hospitalizadas por conta do coronavírus.

O Supremo Tribunal Federal (STF) acatou o pedido feito pela Procuradoria-Geral da República, que apresentou a ação. A Justiça quer saber se o governo foi informado com antecedência sobre a possibilidade de o oxigênio faltar e não tomou medidas para evitar que tal fato acontecesse.

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