As eleições no Brasil são um processo eleitoral que culmina com a votação para eleger os novos representantes do povo brasileiro para o executivo e legislativo, tanto em nível federal, estadual e municipal. Os mandatos dos políticos eleitos são de quatro anos, com exceção dos senadores, que são eleitos para mandatos de oito anos.

As eleições são divididas em dois períodos: campanhas e votação. Durante as campanhas eleitorais, os candidatos para os cargos elegíveis usam do marketing e da propaganda para conseguir o maior número de votantes adeptos as suas campanhas. Cada candidato desenvolve uma estratégia de divulgação, sendo o horário eleitoral gratuito na TV e nas rádios um dos mais conhecidos.

O sistema de votação das eleições brasileiras é reconhecido mundialmente pela sua rapidez e eficiência. Foi com a criação e utilização das urnas eletrônicas que deram uma guinada nesse processo. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou a utilizar as urnas eletrônicas nas votações no ano de 1996, tendo o avanço dessa máquina em 2012 com a implantação das urnas biométricas.

Eleição nos poderes

Durante as eleições, os eleitores votam para a ocupação dos cargos de prefeito, governador e presidente no poder executivo. Já no legislativo as votações são para vereadores, deputados estaduais, deputados federais e senadores.

Eleições de 2014

As eleições de 2014 foram uma das mais disputadas no que diz respeito a vaga de Presidente da República. Ao final do processo, a até então presidente Dilma Rousseff foi reeleita em um segundo turno bastante apertado contra o candidato do PSDB, o senador Aécio Neves. Dilma teve 51,64% dos votos contra 48,36% do candidato tucano.

O período das eleições de 2014 ficou marcado pela morte de um dos candidatos a presidência. Eduardo Campos (PSB), que vinha sendo a terceira força entre os candidatos, morreu em um trágico acidente de avião no dia 13 de agosto de 2014. Para encabeçar sua chapa, Marina Silva (PSB), que até então seria sua vice-presidente, assumiu a candidatura principal do partido. Marina já havia tentado se eleger no pleito de 2010, mas terminou a votação em terceiro lugar. O mesmo se repetiu em 2014. Marina não conseguiu uma das duas vagas no segundo turno.