A República Popular da China é, atualmente, o país mais populoso do mundo com mais de 1.4 bilhões de pessoas, segundo dados oficiais da Organização das Nações Unidas (ONU). O único país que se aproxima da população chinesa é a Índia, com 1.2 bi. A China está situada no continente asiático e tem uma cultura e história tão rica como poucos países no mundo. A civilização chinesa é uma das mais antigas, e buscam manter até os dias de hoje algumas de suas tradições.

A China já é considerada uma potencia mundial e segue em ascensão. O Fundo Monetário Internacional divulgou a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto para o ano de 2015 e a China deve alavancar sua economia em 6,8%. Para se ter uma ideia, os Estados Unidos devem crescer 3,1%, menos da metade dos chineses. O país que lidera a expansão econômica comercial é a Índia, com a previsão de crescimento de 7,5%.

Com o crescimento chinês, a soberania americana no mundo passa a ter uma forte concorrente. A China tem no Japão seu rival histórico, principalmente pela disputa de influência na Ásia, porém, ultrapassar apenas o Japão não é a principal meta do governo chinês. Eles pretendem se tornar o país mais rico e influente do mundo nas próximas décadas, quebrando a hegemonia histórica dos Estados Unidos da América.

Economistas mundiais veem potencial na China para exercer o papel de soberania no mundo, porém, contrapõem que o crescimento no país deve ser mais organizado. Com uma população numerosa e o crescimento desenfreado dos últimos anos, o mercado chinês se sobrecarregou, podendo se exemplificar com o imobiliário, e obrigou o governo a desacelerar a economia.

Controle de natalidade

 

A política do filho único, aplicada pelo governo chinês em 1979, é uma das medidas controversas daquele país. Para tentar diminuir a explosão populacional que assolava a China, o governo determinou que as famílias só pudessem ter um filho. Quem descumprisse essa medida teria que pagar altas multas, ou até mesmo sofrer represálias maiores como a realização de aborto ou esterilização. Porém, em 2014, uma pequena liberdade nessa política foi adotada e 11 milhões de casais foram autorizados a ter um segundo filho, porém, apenas 10% usaram desse direito, segundo números da Folha de S. Paulo.