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Negócios

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Em economia, negócio é referido como um comércio ou empresa que é administrado por pessoa(s) para captar recursos financeiros a fim de gerar bens e serviços e, por consequência, proporciona a circulação de capital de giro entre os diversos setores. Em apertada síntese, podemos dizer que se entende por negócio toda e qualquer atividade econômica com o objetivo de gerar lucro.

Origem e derivação da palavra negócio

Etimologicamente e em um sentido mais alto, a palavra negócio deriva-se do latim e quer dizer "a negação do ócio". Negócio não trata apenas de negócio financeiro ou comercial, mas, sim, de toda atividade humana que tem efeitos jurídicos.

A teoria econômica vigente a respeito da missão de uma empresa e do comportamento empresarial e a maximização dos lucros (que é simplesmente uma forma complicada de formular a velha máxima de comprar barato e vender caro) podem explicar muito bem como os negócios se faziam no passado. No entanto, isso diz pouco a respeito de como é que os negócios funcionam ou deveriam funcionar.

Lucro como conceito

O conceito dos lucros é, na realidade, insignificante para Peter Drucker. O perigo do conceito de maximização dos lucros é que faz com que o conceito de rentabilidade possa ser desvirtuado pelo lucro abusivo em determinadas situações, por exemplo. No entanto, o lucro e a rentabilidade são cruciais para a sociedade ainda mais do que para um negócio individual.

Todavia a rentabilidade não é a finalidade da empresa, mas um fator limitativo para ela e para a atividade empresarial. Os lucros não são a explicação, a causa, os fundamentos lógicos do comportamento empresarial e das decisões de negócio, mas, sim, um teste à sua validade. Se se sentassem arcanjos em vez de empresários nas cadeiras de direção, eles também teriam de se preocupar com a rentabilidade, apesar da sua total falta de interesse em gerar lucro.

Cliente

É o cliente que determina o que é um negócio – apenas o cliente –, cuja disposição para pagar por um bem ou serviço converte recursos econômicos em riqueza e coisas em bens. Aquilo que o cliente compra e considera de valor nunca é apenas um produto. Tem uma utilidade, i.e., o que o produto ou serviço faz por ele.

Assim, a finalidade última de um negócio é criar um cliente.

Em vendas, comércio e economia, um cliente (às vezes conhecido como cliente, comprador ou comprador) é o destinatário de um bem, serviço, produto ou ideia - obtido de um vendedor, fornecedor ou fornecedor por meio de uma transação financeira ou troca. por dinheiro ou alguma outra consideração valiosa.

Segmentação de clientes

No século 21, os clientes geralmente são categorizados em dois tipos:

  • um empresário ou comerciante (às vezes um intermediário comercial) - um comerciante que adquire mercadorias para revenda.
  • um usuário final ou cliente final que não revenda as coisas compradas, mas é o consumidor real ou um agente, como um oficial de compras para o consumidor.

Um cliente pode ou não ser um consumidor, mas as duas noções são distintas. Um cliente compra mercadorias; um consumidor usa-os. Um cliente final também pode ser um consumidor, mas igualmente pode ter comprado itens para alguém consumir. Um cliente intermediário não é um consumidor.

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