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O impeachment é muito comentado e até solicitado, principalmente hoje em dia, mas pouco se sabe sobre seu funcionamento no Brasil e no mundo.

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O impeachment é muito comentado e até solicitado, principalmente hoje em dia, mas pouco se sabe sobre seu funcionamento no Brasil e no mundo.

A ex-presidente Dilma Rousseff sofreu no ano de 2016 um "caloroso" processo de impeachment. Dilma, do Partido dos Trabalhadores (PT), afastou-se da presidência após ser acusada de cometer crimes de responsabilidade fiscal, as conhecidas "pedaladas fiscais". Afastada do cargo, o peemedebista Michel Temer assumiu o comando do Brasil interinamente.

O momento turbulento foi reforçado por grandes manifestos, tanto de partidos e eleitores que apoiaram a saída de Dilma, quanto de manifestantes que atribuíam a decisão como um "golpe de Estado".

A condenação de Dilma foi tida como definitiva após discussões na Câmara dos Deputados, Senado Federal e manifesto apresentado por juristas brasileiros.

Entre os advogados, estava Janaína Paschoal, que ganhou grande notoriedade na mídia devido sua postura.

Mesmo tendo que passar o comando para o seu vice peemedebista, Dilma Rousseff, com decisão do Senado Federal, ainda pode se candidatar para cargos de administração pública do Brasil.

História

O ex-presidente Fernando Collor foi o primeiro a sofrer um processo de impeachment no Brasil. A condenação de Collor aconteceu em 1992 e ele foi acusado de crime de responsabilidade fiscal por se utilizar de "dinheiro fantasma" para pagar contas de caráter pessoal.

Houve também indícios de corrupção em conjunto com o tesoureiro de sua campanha, Paulo César Farias. Atualmente, Collor é senador por Alagoas, cargo que ocupa desde 2007.