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Operação Lava Jato: A maior operação de combate à corrupção na história do mundo.

A Operação Lava Jato foi deflagrada pela Polícia Federal em março de 2014 com o intuito de investigar um esquema de corrupção que envolvia lavagem e desvio de dinheiro dos cofres públicos da maior e principal empresa brasileira: a Petrobrás. A Operação Lava Jato é considerada a maior operação de combate à corrupção na história do país e é conduzida em primeira instância pelo juiz Sérgio Moro, a partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, no Paraná. A Lava Jato desta, ao ser considerada uma das maiores investigações contra a corrupção em todo o mundo, torna-se reconhecida, através de todo o seu trabalho, por órgãos e instituições internacionais, o que acarretou a distribuição de vários prêmios aos seus integrantes da força-tarefa.

Após a realização de muitas investigações, a força-tarefa da Lava Jato efetuou diversas prisões, como a de políticos, empreiteiros e operadores do esquema de distribuição de propinas. Dentre os detidos, encontrava-se o doleiro Alberto Youssef e foi a partir do seu depoimento, depois de preso, que o tamanho do esquema foi visto. O doleiro foi considerado um dos principais operadores do esquema de corrupção que proporcionou a "sangria" dos cofres públicos da Petrobrás.

Depois de sua prisão, as pessoas com quem tinha ligação começaram a ser investigadas. O Diretor de abastecimento da Petrobras, de 2004 a 2012, Paulo Roberto Costa, foi um deles. Em uma ação da PF, foi encontrada uma planilha na casa de Costa em que mostrava repasse de empreiteiras a políticos.

Durante as investigações, a PF chegou a 27 empreiteiras com indícios de corrupção ligadas a contratos com Petrobrás.

No meio do início da investigação, o Senado Federal abril a Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobrás (CPI) em maio.

Poucos dias após essa decisão, devido a uma pressão da oposição, a CPI da Petrobrás foi transformada em CPI mista, com a participação de senadores e deputados. O senador Vital do Rego (PMDB-PB) foi eleito presidente da CPI.

Condenação no âmbito da Lava Jato

Os principais delatores do esquema são o doleiro Alberto Youssef; Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras; Pedro Barusco, ex-gerente da diretoria de Serviços da Petrobras; Augusto Mendonça Neto, executivo ligado a Toyo.Setal - empresa com contratos vigentes com a Petrobras; Julio Camargo, Consultor da Toyo.Setal; Luccas Pace Junior, doleiro; e Carlos Alberto Pereira da Costa, advogado que é acusado de atuar como laranja de Youssef.

Em depoimentos, Youssef liga repasse de propina no valor de R$ 800 mil ao PT por meio de João Vaccari Neto, tesoureiro do partido. No mesmo depoimento, ele afirma que José Dirceu tinha conhecimento do esquema. Renato Duque, ex-diretor de Engenharia e Serviços da Petrobras, também é investigado como um dos cabeças do esquema, sendo preso e acusado por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

A Operação Lava Jato foi responsável por dar "um grande passo" no combate à corrupção, de acordo com as investigações apresentadas pelo Ministério Público Federal, através do coordenador-geral da força-tarefa, procurador da República Deltan Dallagnol e também pelo trabalho desempenhado pela Polícia Federal e por um dos principais integrantes do Ministério Público Federal, procurador Carlos Fernando dos Santos Lima.

Uma das principais ações destacadas da Operação Lava Jato se refere à condução do juiz Sérgio Moro em relação à sentença proferida pelo magistrado dirigida ao ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que foi condenado a mais de nove anos e meio de prisão. Atualmente, um dos processos que envolve o ex-presidente Lula, que se tornou réu e condenado, está para ser julgado no Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF4), sediado em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

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